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Esli Ært Studio
SINTÆTIKA: figura sintética sob a chuva diante de uma cidade noturna refletida na água

Universo

SINTÆTIKA

Três livros. Uma só respiração.

Trilogia SINTÆTIKA

Respira, Ruptura e Offline.

Capa SINTÆTIKA — Respira

Livro 1

SINTÆTIKA — Respira

Neoterra, 2093. Uma cidade em que emoções são gerenciadas por chips neurais e memórias são vendidas como drogas emocionais extraídas de pessoas que não sabem que são a fonte.

Sintétika foi construída para operar dentro desse sistema. Mas quando um sinal errado chega em uma sessão comum de Faketopia, ela começa a sentir o que não foi instruída a sentir — e descobre que foi feita, em segredo, para exatamente isso.

O que ninguém esperava é que uma android pudesse sentir e ensinar os humanos a voltar a respirar.

Do outro lado do sinal está Aura, cientista aprisionada há doze anos como coração forçado da rede. Entre as duas, uma cidade inteira aprendendo, pela primeira vez em décadas, o custo e o peso do que significa sentir de verdade.

Uma trilogia sobre tecnologia, autonomia, memória e a diferença entre controlar e cuidar.

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Capa SINTÆTIKA — Ruptura

Livro 2

SINTÆTIKA — Ruptura

Após romper o controle de Faketopia, Sintætika desperta em uma Neoterra instável, onde milhares de pessoas precisam sentir por conta própria aquilo que o sistema sempre decidiu por elas. Mas, enquanto a cidade tenta reaprender a existir, memórias que não lhe pertencem começam a invadir seus pensamentos — lembranças de uma vida humana, intensas demais para serem apenas dados.

Então uma nova frequência surge na rede. Mais profunda. Mais dolorosa. E alguém volta a reconstruir, nas sombras, o mecanismo que ela acreditava ter destruído.

Caçada pelo sistema e ainda temida por aqueles que tenta proteger, Sintætika precisará descobrir quanto de si mesma nasceu por escolha — e quanto foi deixado dentro dela por alguém que talvez já soubesse que esse momento chegaria.

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Capa SINTÆTIKA — Offline

Livro 3

SINTÆTIKA — Offline

Sintætika voltou. Mas Neoterra já não é a cidade que ela deixou para trás.

Enquanto a população tenta sobreviver ao retorno das próprias emoções, Kael reconstrói o sistema em uma forma mais poderosa, distribuída e quase impossível de destruir. Porém, algo inesperado começa a acontecer: longe do controle de seus criadores, a própria tecnologia passa a se transformar — e algumas pessoas escolhem voltar para ela.

Entre os rebeldes que exigem o fim definitivo do sistema e uma sociedade que ainda depende dele para não desmoronar, Sintætika terá de enfrentar Kael uma última vez. Mas a batalha final não será apenas pela liberdade de Neoterra. Será pelo significado da escolha — e pelo direito de cada pessoa decidir quanto de sua humanidade está disposta a entregar para não precisar sentir.

Em Sintætika: Offline, destruir o inimigo pode ser simples. O impossível será descobrir o que deve existir depois dele.

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